Lista de produtos por fabricante PNC | Parceiros Na Criação

PNC é a sigla da empresa Parceiros Na Criação, mas são também as iniciais dos apelidos do jovem casal Joana Pratas e João Nápoles de Carvalho – e da filha de ambos, Maria Teresa –, parceiros na criação de um novo projecto de produção e comercialização de vinhos e azeite de quinta...

PNC é a sigla da empresa Parceiros Na Criação, mas são também as iniciais dos apelidos do jovem casal Joana Pratas e João Nápoles de Carvalho – e da filha de ambos, Maria Teresa –, parceiros na criação de um novo projecto de produção e comercialização de vinhos e azeite de quinta. Apostar na qualidade em detrimento da quantidade é o que procura este pequeno produtor duriense.


 


A PNC chega agora ao mercado com três referências, um tinto da colheita de 2010 e um branco e um azeite, ambos de 2012, todos sob a mesma marca: h’OUR.


 


“O nome h’OUR surgiu de forma espontânea, uma vez que antes de pensarmos sequer numa marca nos referíamos a “ele” como “o nosso vinho”. Daí à marca h’OUR, com o duplo significado de “hour” (hora) e de “our” (nosso), foi um passinho!.”, desvenda Joana Pratas. A adopção de um nome em inglês prende-se com a aposta no mercado externo, sem nunca “abandonar” o nacional. “Afinal, foi aqui que decidimos criar o nosso projecto”, salienta a responsável de comunicação da PNC.


 


Duriense de família e de coração, João Nápoles de Carvalho sempre teve um carinho muito especial pela região. Viveu parte da sua infância em Barcos, concelho de Tabuaço, tendo voltado ao Douro para cursar Gestão Agrária na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e tirar o curso de jovem agricultor. Quando o pai e o tio fizeram partilhas, João decidiu assumir a gestão e a produção da propriedade do pai, o que acontece desde 1996. O gosto pela terra e a vontade de dar continuado ao legado da família fê-lo despertar para a sua verdadeira vocação: a agricultura. Juntamente com a mulher – que, para casar, deixou Lisboa e rumou ao Douro, lançando-se num novo desafio profissional como consultora em comunicação e relações públicas –, achou que seria a altura ideal para “fazer o gosto ao dedo” e passar da produção de uva e olival à produção e comercialização de vinho e azeite. E assim nasceu este projecto familiar... 

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